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Archive for dezembro \11\UTC 2008

Sete saias de filó

roupa1

Uma coisa que eu não faço é criticar a roupa de alguém que já saiu de casa. (a não ser, é claro, que tenham me pedido opinião). Se fizerem uma piada com a peça de roupa que eu estiver usando, acabou.  Só vou pensar nisso.

Eu não acho que me visto mal (até porque acompanho as dicas de N Real!). Recebo inclusive alguns elogios nesse quesito. Mas já passei por situações extremamente desagradáveis.

Uma vez, no auge do uso dos boleros (aqueles casaquinhos que ficam na altura da costela) comprei um e vesti, toda feliz. Chegando no trabalho uma menina falou que eu estava que nem dançarina de lambada do Beto barbosa. E ficou o dia inteiro cantando a música “Adocica, meu amor, adocica…”  Bastante inconveniente, sem noção.

E outro dia, quando usei uma faixinha no cabelo, tive que ouvir a pergunta: “Você estava fazendo ginástica?”  seguida de uma risadinha infame. Cara, fiquei puta.  Olhei pra franja da autora do comentário, daquelas que bate no olho e dá umas voltinhas pra cima, sabe? Em seguida corri o olho até a calça justa que batia no umbigo, realçando a barriguinha Zacarias. Ela seria um prato cheio para quem gosta de criticar o visual das pessoas. Foi o que pensei na hora, já que só pensar não afeta ninguém, mas fiquei quieta. O que importa é se sentir bem.

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REC

rec

Mais uma vez seguirei a linha do terror. Quem gosta de tensão e sustos, deve assistir ao filme espanhol REC. (Jaume Balangueró e Paco Plaza, 2008). Quem não gosta, deve manter distância.

Já assisti a muitos filmes de terror, mas nesse cheguei a fechar os olhos! Dá muito susto. O suspense psicológico é fortíssimo, fiquei meio sem respirar, claustrofóbica, sei lá. Teve gente que saiu no meio do filme.

Quando o filme terminou eu estava literalmente cansada, parecia que não acabava nunca. Mas por incrível que pareça, o longa tem apenas 85 minutos.

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Quanto dura um minuto?

Não tem nada mais idiota do que ser impulsivo. Fazer as coisas sem pensar, no “calor do momento”, ser grosseiro em um momento de raiva, ou dizer que ama quando não é verdade, é na maioria das vezes extremamente desnecessário.

Acho um exagero esses emails “carpe diem” que passeiam aos montes por aí. A vida não é assim tão curta, ela dura tempo suficiente para ser pensada. Até porque, um minuto de explosão pode passar muito rápido, mas um minuto de arrependimento pode durar anos…

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