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Archive for março \24\UTC 2009

Insanidade intelectual

Nada contra adolescentes, mas imaginem uma multidão deles, barulhentos (redundância), apressados e inquietos, enquanto desempenham uma função de espera para a aquisição de algo que, na realidade, a minoria deles está de fato interessada.

Estou a procura de algo mais perturbador que xerox de faculdade.

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Incentivo à Ciência

ignobel

Além do Premio Nobel existe também o Prêmio IG Nobel, que valoriza aqueles estudos que consideraríamos engraçados, estranhos ou completamente inúteis, mas têm seu lado interessante.

A última edição foi em 2008. Dentre os vencedores, estão dois cientistas brasileiros que levaram o prêmio Ig Nobel de Arqueologia. Abaixo estão alguns dos estudos premiados:

Ig Nobel da Arqueologia – “O papel dos armadillos no movimento dos materiais arqueológicos: uma abordagem experimental”

Ig Nobel da Biologia – Cientistas franceses que descobriram que as pulgas que vivem nos cães saltam mais alto do que as pulgas que vivem nos gatos.

 Ig Nobel da Medicina – Dan Ariely da Duke University (nos EUA) por demonstrar que os remédios falsificados mais caros produzem mais efeito do que os remédios falsificados mais baratos.

Ig Nobel da Ciência Cognitiva – Dois investigadores japoneses e um húngaro, que descobriram que os micetozoários, uma espécie de ameba, conseguem resolver puzzles.

Ig Nobel da Física – dois invetigadores americanos que conseguiram provar matematicamente que fios de cordel ou cabelo acabam inevitavelmente por se embaraçar.

IgNobel da Nutrição – Massimiliano Zampini, da Universidade de Trento, em Itália, e Charles Spence, da Universidade de Oxford, por estudarem como modificar electronicamente o som de uma batata frita de forma a parecer mais estaladiça e fresca do que realmente é.

Ig Nobel da Paz – Comité Federal Ético da Biotecnologia Não-Humana da Suíça, por adotar o princípio legal de que as plantas têm dignidade.

Os prêmios são entregues por vencedores do Nobel original, equanto na platéia o público joga aviõezinhos de papel no palco. O tempo é controlado por uma criança, e quem varre os papéis é um professor de Harvard.

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