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Archive for julho \30\UTC 2009

Coleguinhas, pelamordedeus. A nossa língua portuguesa é lentamente assassinada a cada dia. A educação no nosso país é fraca, ok, sabido. Mas pra quem está na faculdade não há perdão. Algumas correções aos erros mais comuns:

  • MAS é partícula adversativa. MAIS é advérbio de intensidade

“Eu gosto dela, mas ela não gosta de mim”, significa que o sujeito é mal amado. 

“Eu gosto dela, mais ela não gosta de mim”, é erro gramatical.

  • MENOS é o oposto de MAIS. MENAS não existe.
  • MEIA é um substantivo, o que se coloca nos pés. “Estou meia cansada” não existe.
  • ANSIOSO é um adjetivo, um estado de espírito. ANCIOSO  é uma palavra ainda não registrada.

Destaquei alguns dos mais dolorosos, na esperança de salvar um pouco o pobre português. Caso novas pérolas da coloquialidade me chamem a atenção, volto as breves lições. O melhor de tentar explicar é também aprender com isso.

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Os animais do Tietê

Animais silvestres

Quem passa muito pela marginal Tietê deve ter reparado que existem placas alertando sobre a travessia de animais silvestres. Mas peraí. Saindo de onde?? De dentro do rio? Ou das construções?

Além do fato ser bastante irônico por si só, as placas foram alteradas com adesivos, indicando caçadores e mula-sem-cabeça. A última é a mais provável de sair viva daquela região.

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Happily never after

A fotógrafa Dina Goldstein realizou um ensaio que diz muito sobre a vida moderna. Sob o título “Fallen princesses”, ela retratou como teria sido o verdadeiro final dos contos de fadas.

Eis aí a desconstrução das mais belas mensagens ilusórias que por muito tempo tentaram confortar os pobre corações humanos. Pois sim, ninguém nunca está satisfeito. Todos têm problemas, mágoas e decepções. Dói, mas é a cruel realidade.

branca de neve

Chapeuzinho vermelho

cinderela

Mais fotos em http://www.dinagoldstein.com (escolha “Fallen princesses”)

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Alguém me explica aquela propaganda do colchão Castor com o Humberto Martins deitado nos lençois brancos fazendo cara de conforto?

Eu explico: a publicidade valoriza a criação sem conhecimento. Somos todos comunicólogos!

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