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Archive for novembro \29\UTC 2009

Anti fábula 3

Durante todo o verão, as abelhas trabalhavam. Enquanto isso, a pombinha cantava e se banhava na fonte da praça ensolarada, alimentada pelas velhinhas e divertindo as crianças.

Ao chegar o inverno, as abelhas se recolheram na colméia farta de alimentos. Já a pombinha, morreu de hipotermia na fonte congelada da praça erma.

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The fun theory

Quem acredita que no mundo de hoje a diversão ainda nos condiciona? Falamos sempre na era do estresse, do trabalho sem férias, das preocupações infinitas e correria. Mas talvez ainda sejamos os meros seres humanos de sempre, que não resistem a uma tentação divertida para mudar os hábitos.

Os vídeos abaixo mostram uma iniciativa da Volkswagen e da DDB. O primeiro é um incentivo para que as pessoas joguem lixo no lixo, já que só a boa educação não é suficiente. E funcionou.

O segundo se passa em Estocolmo, onde transformaram uma escada do metrô em piano. A iniciativa pretendia reduzir os hábitos sedentários da população. Veja o que aconteceu com as filas para as escadas rolantes.

Quer ver mais? thefuntheory.com

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Acrescentei hoje, sem a permissão da blogueira, um link de referência: meucadernodonepal. Um dos posts que nele se encontram me trouxe muitas reflexões. “O irreversível”. Eu nunca havia pensado como sempre que alguém que nos foi próximo morre, morremos também.

“Nós morremos, pois nunca mais seremos nós com aquela pessoa. A pessoa que eu era quando me relacionava com aquele que morreu, também se foi. O que era único entre nós, tudo que emergia quando estávamos juntos, tudo que eu era quando estava com aquela pessoa, agora é só lembrança. Eu, aquela face de mim, agora é só lembrança.”

Eu já sofri por isso, mas ler o sentimento verbalizado me esclareceu muitas sensações confusas. Morre parte de nós, morre um de nossos “eus”, morre uma de nossas faces.

Mas não só na morte. Já senti isso com exclusões, quando, por motivos quaisquer, retiramos alguém de nossas vidas. Um amigo que ficou distante, ex-amores com os quais perdemos contato, ou mesmo atuais amores que decidimos, forçadamente, afastar dos pensamentos. Quem eu fui com essas pessoas também se vai, se perde, se esfria. Morre a pessoa e morro eu. O doloroso, porém, é que ambas estão vivas.

(O blog em questão é escrito por Heloisa Greco, minha irmã.)

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